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PNL, Reprogramação e Resultados


  A Programação Neurolinguística (PNL) baseia-se no conceito amplamente verificado de que o cérebro humano capta informações através dos canais sensoriais (visão, audição, olfato, paladar e tato) e processa tais informações gerando diálogos internos, imagens e sensações físicas. Portanto, o que vemos, ouvimos e sentimos em relação ao mundo que nos rodeia é consequência das nossas capacidades físicas e mentais.  Cada um de nós cria, através de nossas capacidades físicas e mentais, a sua percepção de mundo. O jeito como percebemos o mundo – de forma individual e única – determina como julgamos a cada segundo os eventos de nossa vida. Este julgamento determina as nossas atitudes e assim os resultados e consequências destas atitudes. Simplificando, veja o esquema a seguir:

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  A PNL, por sua vez, investiga o processo mental utilizado por cada um de nós para produzir determinado resultado. Por exemplo, um atleta que produz melhores resultados do que o outro. As pesquisas nos dizem que cada um desses atletas utiliza e desenvolve uma estratégia mental diferente. O comportamento, as atitudes, enfim, o gestual é a consequência de uma sequência de imagens, sons e sensações organizadas na mente deste atleta. E a PNL ainda vai além: desenvolve ferramentas e técnicas para aprender como este atleta consegue obter melhores resultados para poder ensinar ao outro como aperfeiçoar o seu desempenho. Esta é a diferença que faz a diferença. A PNL, portanto, investiga a experiência mental subjetiva que produz o comportamento, que é a experiência objetiva.

  Ao trabalharmos com determinada atleta de vôlei, verificamos uma curiosidade sobre seu desempenho em quadra. Esta atleta nos perguntava como poderia melhorar determinado fundamento de sua atividade esportiva, a recepção, utilizando-se das técnicas da PNL. Neste caso, procuramos identificar a sua estratégia mental – sua experiência subjetiva – quando obtém um resultado excelente em algum dos outros fundamentos do vôlei. Ela escolheu o bloqueio, afirmando que consegue obter ótimos resultados neste fundamento. Eliciamos a sua programação mental para identificar como ela consegue produzir estes resultados na hora de fazer o bloqueio em rede. Após algumas perguntas, simulações e confirmações de estratégias, identificamos que a sequência se dá da seguinte forma: 1º - Ela, antes de definir o seu próprio movimento de corpo, braços e mãos, olha o movimento do corpo da atleta que está a sua frente pronto para fazer o ataque na rede e cria o movimento seguinte deste atleta; 2º Então, ela constrói o seguinte diálogo interno: “ela vai pra lá”; 3º Ela experimenta uma sensação no corpo, descrita como confiança, e movimenta-se para aquele lado, antecipando o movimento do atacante, faz o movimento com o seu corpo e bloqueia a bola. Em linguagem da PNL ela faz um Vc+Ad+K.

  Todos nós produzimos uma sequência de imagens, sons e sensações antes e ao mesmo tempo em que estamos fazendo o que fazemos. Todos nós temos a nossa “programação” para caracterizar um determinado comportamento que produz determinado resultado. O ser humano ao longo de sua vida e de suas experiências vai adquirindo as suas programações. Para tudo há um comportamento, ou seja, uma programação específica. Desde o ato de escovar os dentes, segurar um talher, escrever, andar, falar, cantar, dançar, emocionar-se, rir, chorar, enfim, todo e qualquer comportamento é resultado da forma como as informações que chegam até os nossos canais sensoriais são processadas pela nossa mente.

  O cérebro por sua vez tende a economizar energia. Para isso ele utiliza a capacidade de aprendizagem, que em PNL chamamos de “generalização”. Significa dizer que bastam algumas poucas experiências para o ser humano aprender com aquela experiência. Por exemplo, quantas vezes é preciso tocar no fogo para saber que ele queima? Basta uma experiência com o fogo para generalizar que todo e qualquer chama poderá causar dano à pele. A partir desta experiência processa-se uma programação. O corpo fica programado a reagir defensivamente cada vez que a pessoa se aproximar do fogo. O resultado que o cérebro deseja é proteção, portanto ele generaliza toda e qualquer experiência parecida com esta que ele teve.

   Muitas das programações que foram úteis um dia, hoje poderão tornar-se limitantes. A criança que aprende a ficar em silêncio enquanto os adultos em volta dela conversam aprendeu cedo que evitaria qualquer repreenda do pai, por exemplo, ao ficar quieta. As várias experiências em que ela teve ganhos importantes em ficar em silêncio geram uma programação em seu cérebro, uma generalização: ficar quieto = evitar advertência do pai. No mundo de uma criança, que ainda possui pouca capacidade de elaboração dos eventos, há uma possibilidade de outro tipo de generalização: ficar quieto = evitar advertência do pai = meu pai continuar me amando. Ou, se eu falar na frente dos adultos = meu pai deixar de me amar. Até porque esta criança foi prontamente repreendida e convidada a se retirar da sala muitas vezes quando tentou se manifestar enquanto os adultos conversavam. Neste caso, para a criança, ficar quieta é uma questão até de sobrevivência. Esta programação torna-se poderosa, profundamente arraigada na mente do adolescente e depois do adulto. Este por sua vez quando é desafiado a falar em público – na sala de aula, no trabalho, entre amigos – experimenta o disparo desta programação que se manifesta através de estados emocionais que o impedem de falar com tranquilidade e segurança. Temos assim um adulto inteligente, talentoso e que não consegue expressar suas capacidades. 

    Neste momento, a PNL entra com suas ferramentas e técnicas para ajudar este ser humano a provocar uma mudança nesta programação: a) primeiro investigando como esta pessoa produz este “medo” de falar em público, qual o processo. Como ela processa as informações em seu sistema nervoso para gerar estes estados emocionais limitantes; b) segundo, como ela deseja ficar (ver, ouvir e sentir), ou seja, qual é o estado emocional desejado para poder produzir um novo resultado, no caso, falar em público; c) terceiro, comunicando-se com a mente inconsciente para reprogramar este comportamento, construir a permissão para esta reprogramação e ajudando-o a reaprender a manifestar um ou mais tipos diferentes de comportamentos e que sejam satisfatórios, produtivos e saudáveis.

   Através deste processo de aplicação de técnicas e ferramentas da Programação Neurolinguística (PNL), verificamos basicamente três resultados:

- A pessoa toma consciência de que ela é a única responsável pelos estados emocionais limitantes que ela experimenta;
- Ao mesmo tempo, ela experimenta uma sensação de poder. Ela passa a confiar em si mesma e acreditar que possui todos os recursos necessários para mudar o que deseja mudar;
- A pessoa começa a guiar a sua vida, seus pensamentos, sua energia, seu tempo para uma jornada de mudanças e melhorias pessoais.


O Professor Marcos Brasil Moraes é Master Trainer pela NLP University (University of California) atualmente, o Prof. Marcos é o único brasileiro com formação completa (Practitioner, Master, Trainer e Master Trainer) pela NLP University.


Email: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Twitter: @marcosbmoraes


PNL, reprogramação e resultados.
Prof. Marcos Brasil Moraes, Master Trainer.

    A Programação Neurolinguística (PNL) baseia-se no conceito amplamente verificado de que o cérebro humano capta informações através dos canais sensoriais (visão, audição, olfato, paladar e tato) e processa tais informações gerando diálogos internos, imagens e sensações físicas. Portanto, o que vemos, ouvimos e sentimos em relação ao mundo que nos rodeia é consequência das nossas capacidades físicas e mentais.  Cada um de nós cria, através de nossas capacidades físicas e mentais, a sua percepção de mundo. O jeito como percebemos o mundo – de forma individual e única – determina como julgamos a cada segundo os eventos de nossa vida. Este julgamento determina as nossas atitudes e assim os resultados e consequências destas atitudes. Simplificando, veja o esquema a seguir:
















    A PNL, por sua vez, investiga o processo mental utilizado por cada um de nós para produzir determinado resultado. Por exemplo, um atleta que produz melhores resultados do que o outro. As pesquisas nos dizem que cada um desses atletas utiliza e desenvolve uma estratégia mental diferente. O comportamento, as atitudes, enfim, o gestual é a consequência de uma sequência de imagens, sons e sensações organizadas na mente deste atleta. E a PNL ainda vai além: desenvolve ferramentas e técnicas para aprender como este atleta consegue obter melhores resultados para poder ensinar ao outro como aperfeiçoar o seu desempenho. Esta é a diferença que faz a diferença. A PNL, portanto, investiga a experiência mental subjetiva que produz o comportamento, que é a experiência objetiva.
    Ao trabalharmos com determinada atleta de vôlei, verificamos uma curiosidade sobre seu desempenho em quadra. Esta atleta nos perguntava como poderia melhorar determinado fundamento de sua atividade esportiva, a recepção, utilizando-se das técnicas da PNL. Neste caso, procuramos identificar a sua estratégia mental – sua experiência subjetiva – quando obtém um resultado excelente em algum dos outros fundamentos do vôlei. Ela escolheu o bloqueio, afirmando que consegue obter ótimos resultados neste fundamento. Eliciamos a sua programação mental para identificar como ela consegue produzir estes resultados na hora de fazer o bloqueio em rede. Após algumas perguntas, simulações e confirmações de estratégias, identificamos que a sequência se dá da seguinte forma: 1º - Ela, antes de definir o seu próprio movimento de corpo, braços e mãos, olha o movimento do corpo da atleta que está a sua frente pronto para fazer o ataque na rede e cria o movimento seguinte deste atleta; 2º Então, ela constrói o seguinte diálogo interno: “ela vai pra lá”; 3º Ela experimenta uma sensação no corpo, descrita como confiança, e movimenta-se para aquele lado, antecipando o movimento do atacante, faz o movimento com o seu corpo e bloqueia a bola. Em linguagem da PNL ela faz um Vc+Ad+K.
    Todos nós produzimos uma sequência de imagens, sons e sensações antes e ao mesmo tempo em que estamos fazendo o que fazemos. Todos nós temos a nossa “programação” para caracterizar um determinado comportamento que produz determinado resultado. O ser humano ao longo de sua vida e de suas experiências vai adquirindo as suas programações. Para tudo há um comportamento, ou seja, uma programação específica. Desde o ato de escovar os dentes, segurar um talher, escrever, andar, falar, cantar, dançar, emocionar-se, rir, chorar, enfim, todo e qualquer comportamento é resultado da forma como as informações que chegam até os nossos canais sensoriais são processadas pela nossa mente.
O cérebro por sua vez tende a economizar energia. Para isso ele utiliza a capacidade de aprendizagem, que em PNL chamamos de “generalização”. Significa dizer que bastam algumas poucas experiências para o ser humano aprender com aquela experiência. Por exemplo, quantas vezes é preciso tocar no fogo para saber que ele queima? Basta uma experiência com o fogo para generalizar que todo e qualquer chama poderá causar dano à pele. A partir desta experiência processa-se uma programação. O corpo fica programado a reagir defensivamente cada vez que a pessoa se aproximar do fogo. O resultado que o cérebro deseja é proteção, portanto ele generaliza toda e qualquer experiência parecida com esta que ele teve.
    Muitas das programações que foram úteis um dia, hoje poderão tornar-se limitantes. A criança que aprende a ficar em silêncio enquanto os adultos em volta dela conversam aprendeu cedo que evitaria qualquer repreenda do pai, por exemplo, ao ficar quieta. As várias experiências em que ela teve ganhos importantes em ficar em silêncio geram uma programação em seu cérebro, uma generalização: ficar quieto = evitar advertência do pai. No mundo de uma criança, que ainda possui pouca capacidade de elaboração dos eventos, há uma possibilidade de outro tipo de generalização: ficar quieto = evitar advertência do pai = meu pai continuar me amando. Ou, se eu falar na frente dos adultos = meu pai deixar de me amar. Até porque esta criança foi prontamente repreendida e convidada a se retirar da sala muitas vezes quando tentou se manifestar enquanto os adultos conversavam. Neste caso, para a criança, ficar quieta é uma questão até de sobrevivência. Esta programação torna-se poderosa, profundamente arraigada na mente do adolescente e depois do adulto. Este por sua vez quando é desafiado a falar em público – na sala de aula, no trabalho, entre amigos – experimenta o disparo desta programação que se manifesta através de estados emocionais que o impedem de falar com tranquilidade e segurança. Temos assim um adulto inteligente, talentoso e que não consegue expressar suas capacidades.
    Neste momento, a PNL entra com suas ferramentas e técnicas para ajudar este ser humano a provocar uma mudança nesta programação: a) primeiro investigando como esta pessoa produz este “medo” de falar em público, qual o processo. Como ela processa as informações em seu sistema nervoso para gerar estes estados emocionais limitantes; b) segundo, como ela deseja ficar (ver, ouvir e sentir), ou seja, qual é o estado emocional desejado para poder produzir um novo resultado, no caso, falar em público; c) terceiro, comunicando-se com a mente inconsciente para reprogramar este comportamento, construir a permissão para esta reprogramação e ajudando-o a reaprender a manifestar um ou mais tipos diferentes de comportamentos e que sejam satisfatórios, produtivos e saudáveis.
    Através deste processo de aplicação de técnicas e ferramentas da Programação Neurolinguística (PNL), verificamos basicamente três resultados:
1º - A pessoa toma consciência de que ela é a única responsável pelos estados emocionais limitantes que ela experimenta;
2º - Ao mesmo tempo, ela experimenta uma sensação de poder. Ela passa a confiar em si mesma e acreditar que possui todos os recursos necessários para mudar o que deseja mudar;
3º - A pessoa começa a guiar a sua vida, seus pensamentos, sua energia, seu tempo para uma jornada de mudanças e melhorias pessoais.

O Professor Marcos Brasil Moraes é Master Trainer pela NLP University (University of California) atualmente, o Prof. Marcos é o único brasileiro com formação completa (Practitioner, Master, Trainer e Master Trainer) pela NLP University.
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